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Resumo Executivo
O setor global de criptomoedas está a passar por uma transformação profunda, com a conformidade contra lavagem de dinheiro (AML) e sanções a passar de questões periféricas para prioridades estratégicas centrais. À medida que os ativos digitais entram na economia financeira mainstream, os reguladores globais intensificam a fiscalização e a aplicação da lei, com multas recorde a evidenciar as crescentes expectativas regulatórias. Embora o debate regulatório mais amplo continue, este artigo foca na conformidade AML e de sanções, pois as empresas enfrentam padrões globais em expansão, riscos emergentes de DeFi e maiores responsabilidades legais. A era de tolerância regulatória parece ter acabado.
Novos Padrões de Conformidade em Criptomoedas: A Chegada da Era da Responsabilidade
O setor de criptomoedas global está a passar por uma transformação profunda, impulsionada pela rápida evolução dos requisitos de AML e sanções, bem como por uma mudança mais ampla no panorama regulatório dos ativos digitais. Antes considerados uma alternativa niche ao sistema financeiro tradicional, os ativos digitais tornaram-se uma componente principal do sistema financeiro global, levando os reguladores a reforçar a fiscalização, supervisão e aplicação.
Nos EUA, iniciativas legislativas como a Lei de Claridade do Mercado de Ativos Digitais de 2025 (CLARITY Act) visam trazer maior certeza regulatória na gestão de ativos digitais. Simultaneamente, a atividade contínua da Securities and Exchange Commission (SEC) e da Commodity Futures Trading Commission (CFTC) continua a moldar a avaliação de produtos tokenizados e descentralizados sob os quadros regulatórios existentes.
Estes desenvolvimentos estão a remodelar o ambiente regulatório mais amplo, incluindo debates contínuos sobre se certos ativos tokenizados constituem valores mobiliários. Embora essas questões sejam cruciais, as obrigações de AML e conformidade com sanções para as empresas no ecossistema de criptomoedas tornam-se cada vez mais essenciais.
A transformação do setor é acelerada pelos riscos inerentes aos ativos digitais, incluindo velocidade de transação, cobertura global e uso de tecnologias de aumento de anonimato. Embora essas características sejam centrais à inovação, também criam vulnerabilidades para lavagem de dinheiro, evasão de sanções e outras atividades ilícitas. Em resposta, os reguladores comprometeram-se a reforçar a aplicação da lei, realizando ações de marco contra principais bolsas e plataformas, impondo multas recorde. Assim, a conformidade deixou de ser apenas uma questão de procedimentos para se tornar uma prioridade estratégica.
À medida que o setor avança para 2026, espera-se que o quadro regulatório se torne ainda mais complexo. Autoridades de várias jurisdições estão a expandir os quadros AML e de sanções, a coordenar padrões globais e a reforçar a fiscalização de DeFi, tecnologias de privacidade aprimorada e transações transfronteiriças. Nesse ambiente, as empresas de criptomoedas devem investir em governança robusta, monitoramento proativo e procedimentos de conformidade baseados em risco e escaláveis. Ações decisivas não só mitigarão riscos regulatórios e de reputação, mas também posicionarão as empresas como participantes confiáveis na economia digital cada vez mais regulada.
Evolução do Panorama Regulatório Global
Padrões Globais do Grupo de Ação Financeira (GAFI)
O Grupo de Ação Financeira (GAFI) continua a estabelecer padrões globais para AML e combate ao financiamento do terrorismo (CFT) no setor de criptomoedas. Na sua atualização de junho de 2025, o GAFI destacou lacunas persistentes na implementação de suas recomendações por parte de provedores de ativos virtuais (VASP), especialmente no que diz respeito à "Regra de Viagem" (Travel Rule), que exige que informações do remetente e do beneficiário acompanhem as transações.
O GAFI instou as jurisdições a reforçar a aplicação, melhorar a cooperação transfronteiriça e resolver questões relacionadas com tecnologias de aumento de anonimato que aumentam os riscos de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo. Este impulso global reforça a expectativa de que as empresas de criptomoedas adotem quadros de conformidade sólidos alinhados com os padrões do GAFI, independentemente do grau de maturidade regulatória local.
EUA: Avanço Histórico no Quadro Regulatório Federal
Historicamente, os EUA ficaram atrás de outras grandes economias na criação de um quadro regulatório unificado para criptomoedas. Essa situação mudou significativamente em julho de 2025, quando o Congresso aprovou a Lei GENIUS, uma legislação histórica que formalmente inclui os stablecoins de pagamento sob a supervisão da Lei de Sigilo Bancário (BSA).
A Lei GENIUS exige medidas abrangentes de AML e conformidade com sanções, incluindo:
A aplicação da Lei GENIUS é atribuída a múltiplas agências federais, incluindo o Departamento do Tesouro, o Federal Reserve e a Office of the Comptroller of the Currency (OCC), com o FinCEN e o OFAC desempenhando papéis centrais na supervisão e penalizações.
Atualmente, a maioria das empresas de criptomoedas nos EUA ainda é classificada como entidades de serviços monetários sob a supervisão do FinCEN, exigindo registro e conformidade com a BSA. Contudo, a ausência de uma agência federal dedicada com supervisão contínua cria lacunas na fiscalização de AML e sanções. Sistemas estaduais, como a BitLicense de Nova York, aumentam a complexidade, mas não oferecem um padrão nacional unificado.
Avanços Significativos na Concessão de Licenças Condicionais de Trust
Em dezembro de 2025, uma evolução importante foi a concessão de licenças condicionais de trust pelo Office of the Comptroller of the Currency (OCC) a cinco empresas de criptomoedas, expandindo um precedente iniciado em 2021, quando quatro empresas receberam licenças condicionais. Até então, apenas Anchorage Digital Bank conseguiu atender a todos os requisitos do OCC e converter sua licença condicional em um trust bancário nacional operacional. Outras empresas, como Protego Trust Bank, Paxos Trust Company e BitGo Trust Company, não conseguiram completar a conversão.
Essas licenças representam uma mudança para uma integração mais profunda no sistema bancário federal, sujeitando as empresas a requisitos rigorosos de AML e conformidade com sanções semelhantes aos bancos tradicionais. Essa iniciativa indica que a supervisão federal e suas expectativas regulatórias continuarão a se fortalecer.
Kyle Daddio, sócio da Grant Thornton e responsável pela prática de AML e sanções, afirmou: "O GAFI estabeleceu o padrão global: empresas de criptomoedas devem cumprir com as normas de AML e sanções, independentemente da jurisdição. Com a expansão da supervisão federal, a integração das criptomoedas no sistema financeiro agora vem acompanhada de responsabilidades completas de AML e sanções."
Emirados Árabes Unidos: Líderes Ativos em Regulação
Nos Emirados Árabes Unidos (EAU), o quadro de AML foi estabelecido pela Lei Federal nº (20) de 2018 sobre AML e CFT. Em outubro de 2025, essa estrutura foi reforçada pela Lei Federal nº (10), que introduziu medidas contra o financiamento da proliferação (CPF) e alinhou-se aos padrões do GAFI.
O Banco Central dos EAU lidera as ações de fiscalização, apoiado por reguladores de zonas francas, como a Financial Services Regulatory Authority (FSRA) do Abu Dhabi Global Market (ADGM). Em 2023, a FSRA adotou a regra de viagem do GAFI e, em 2025, publicou diretrizes que obrigam as empresas a evitar transações com contrapartes anônimas.
A trajetória regulatória dos EAU reflete sua ambição de posicionar-se como líder global em conformidade com criptomoedas.
União Europeia: Implementação Completa do Regulamento MiCA
Na UE, o Regulamento do Mercado de Ativos Digitais (MiCA), de 2023, introduziu obrigações abrangentes de conformidade para provedores de serviços de ativos digitais (CASP), visando fortalecer o controle de AML e CFT. Essas obrigações incluem:
Os CASP devem obter licença válida para atuar na UE, garantindo que apenas entidades regulamentadas e conformes participem no mercado.
Além disso, a criação do Quadro Único de AML e CFT da UE visa coordenar a supervisão de AML e fortalecer a cooperação entre as unidades de inteligência financeira (FIU). Com a entrada em vigor em julho de 2025, a nova Autoridade de Combate à Lavagem de Dinheiro (AMLA) deixou claro que empresas envolvidas em atividades de ativos digitais na UE devem implementar medidas robustas de proteção contra lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo.
Reino Unido: Novo Quadro de Autorização
No Reino Unido, desde janeiro de 2020, as empresas de criptomoedas devem registrar-se junto da Financial Conduct Authority (FCA) sob a Lei de Lavagem de Dinheiro de 2017 (MLR). Com a introdução do novo portal de autorização de ativos digitais da FCA, essa estrutura passará por mudanças significativas.
As aplicações de empresas que pretendem atuar em atividades de criptomoedas definidas como reguladas terão período de submissão de setembro de 2026 a fevereiro de 2027. Essas empresas precisarão obter autorização da FCA até outubro de 2027, sob a Lei de Serviços Financeiros e Mercados de 2000 (FSMA), com as devidas permissões.
O Office of Financial Sanctions Implementation (OFSI) do Tesouro do Reino Unido publicou, em julho de 2025, uma avaliação de ameaças de ativos digitais, destacando que, desde agosto de 2022, quando as empresas de criptomoedas foram incluídas na lista de entidades sujeitas a sanções, o reporte de violações de sanções tem sido insuficiente.
Markus Veith, responsável pela Blockchain e Ativos Digitais na Grant Thornton, afirmou: "Com a convergência global de regras e o reforço na aplicação, uma governança forte e conformidade tecnológica não são mais diferenciais — são pré-requisitos para participação transfronteiriça."
Tendências e Desafios na Regulação Global
Embora as jurisdições globais compartilhem objetivos comuns, como procedimentos de KYC, monitoramento de transações e triagem de sanções, a velocidade e profundidade da implementação regulatória variam bastante.
Para 2026, o setor de criptomoedas deve esperar uma fiscalização mais rigorosa, expansão dos requisitos de viagem e maior convergência de padrões globais. Nesse cenário, governança sólida e conformidade tecnológica são essenciais para o sucesso operacional e gestão eficaz de obrigações transfronteiriças.
Tendências Recentes de Aplicação da Lei: De Aviso a Pressão Contínua
Desde 2023, a trajetória de conformidade do setor de criptomoedas tem sido marcada por alertas, aumento da pressão regulatória, multas recorde e estratégias de aplicação em evolução, indicando uma nova fase. Com regras de AML e sanções mais restritivas globalmente, as autoridades deixam claro que a conformidade não é negociável.
2023: Momento de Alerta no Setor
Binance: Maior Acordo de Criptomoedas de Sempre
Em novembro de 2023, um marco histórico ocorreu quando o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou a maior multa de sempre por criptomoedas: US$ 4,3 bilhões, contra a maior bolsa do mundo, Binance, por controles de AML ineficazes, transações com entidades sancionadas e falhas em relatórios de atividades suspeitas.
Além do impacto financeiro, o caso incluiu:
Este é um sinal claro de que as autoridades estão prontas para agir decisivamente contra violações, independentemente do tamanho ou posição de mercado da empresa.
Bitzlato: Exemplo de Cooperação Internacional na Aplicação da Lei
No início de 2023, a exchange menos conhecida Bitzlato tornou-se alvo de ações conjuntas de autoridades americanas e internacionais. Acusada de lavagem de fundos relacionados a operações de ransomware e mercados na dark web, as ações incluíram:
Este episódio é amplamente citado como um exemplo de cooperação global na aplicação da lei contra criptomoedas, destacando o aumento do escrutínio sobre exchanges que facilitam atividades ilícitas.
2025: Sinalizações Mistas e Continuação da Fiscalização
Revisão Regulamentar da SEC
Em janeiro de 2025, a SEC rejeitou um processo civil contra Coinbase, alegando que seu novo grupo de regras para criptomoedas foca na elaboração de regras, não na punição. Este foi um momento de recalibração regulatória, com a retirada de várias ações judiciais, incluindo:
A fiscalização de AML e sanções também continua a avançar de forma agressiva. Outras agências, como o Departamento de Justiça (DOJ) e o FinCEN, mantêm uma postura ativa na aplicação de leis contra o setor de criptomoedas.
Multa de mais de US$ 500 milhões ao OKX
No final de 2025, o DOJ multou a OKX em mais de US$ 500 milhões por falhas em AML, incluindo:
Pena a Paxful: Violação intencional da BSA
O FinCEN aplicou uma multa de US$ 3,5 milhões à Paxful por violar intencionalmente a BSA, após facilitar atividades ilícitas superiores a US$ 500 milhões sem ações corretivas adequadas.
Primeira Grande Multa à Coinbase na Europa
Embora a Coinbase possa ter evitado multas nos EUA, na Europa, o Banco Central da Irlanda aplicou sua primeira ação de fiscalização contra uma exchange de criptomoedas. Em novembro de 2025, a Coinbase Europe Limited foi multada em €21,5 milhões (aproximadamente US$ 25 milhões) por violações de obrigações de AML e CFT entre 2021 e 2025.
O banco destacou que as características técnicas das criptomoedas, incluindo aumento de anonimato e natureza transfronteiriça, as tornam particularmente atraentes para criminosos que buscam transferir fundos ilícitos. Isso reforça a necessidade de empresas de criptomoedas implementarem controles robustos para detectar e relatar atividades suspeitas em tempo hábil.
2026 e Além: Perspectivas e Desafios Chave
O setor de criptomoedas encontra-se numa encruzilhada. De substitutos descentralizados do sistema financeiro tradicional, evoluiu para um ecossistema global altamente regulado.
Kyle Daddio, da Grant Thornton, afirmou: "À medida que as criptomoedas atingem uma fase mais madura, a conformidade tornou-se parte integrante da competitividade. Quadros sólidos de AML e sanções não são mais opcionais; são a base para confiança, acesso ao mercado e crescimento sustentável."
Principais Tendências na Evolução Regulamentar
A recente trajetória de aplicação da lei confirma essa realidade. Multas recorde a empresas de destaque demonstram a postura de tolerância zero das autoridades contra controles fracos de AML e sanções. Essas ações reforçam que empresas que não adotarem governança forte, monitoramento proativo e cultura de conformidade enfrentam riscos severos de perdas financeiras e de reputação.
Para 2026 e além, espera-se que o quadro regulatório continue a evoluir rapidamente. Autoridades globais sinalizam uma fiscalização mais aprofundada em áreas como:
A expansão na implementação da regra de viagem do GAFI, o reforço na triagem de sanções e as novas obrigações sob leis americanas e da UE elevarão os padrões globais de conformidade. As diferenças nas regras entre jurisdições aumentam a complexidade, exigindo investimentos substanciais em governança, tecnologia e expertise para gerenciar eficazmente obrigações transfronteiriças.
Focos-Chave para Construção e Fortalecimento da Conformidade
Para manter resiliência e competitividade nesse ambiente regulatório reforçado, as empresas de criptomoedas devem concentrar-se em construir e aprimorar seus procedimentos de AML e sanções.
Governança Sólida e Supervisão de Alto Nível
A liderança deve participar ativamente na implementação de AML e sanções, oferecendo desafios, supervisão e orientação estratégica. Essa participação deve partir do topo, demonstrando compromisso firme com uma cultura de conformidade forte.
As empresas devem garantir que:
Avaliações de Risco Dinâmicas e Personalizadas
As avaliações de risco devem ser adaptadas às particularidades de cada empresa, refletindo combinações únicas de produtos, serviços, clientes e exposições geográficas.
Uma avaliação eficaz deve incluir:
Monitoramento Avançado de Transações e Blockchain
As empresas devem usar ferramentas avançadas de análise de blockchain para obter visibilidade em tempo real das transações na cadeia. Essas ferramentas podem:
Quando combinadas com sistemas tradicionais de monitoramento de AML, essas ferramentas tornam possível uma conformidade escalável baseada em tecnologia.
Controle de Localização Geográfica e Conformidade com Sanções
As empresas devem implementar controles robustos para detectar e impedir acessos proibidos, incluindo:
Empresas com operações globais também devem considerar a criação de subsidiárias independentes, totalmente licenciadas nos EUA, para suportar atividades reguladas, garantindo conformidade com requisitos específicos do país.
Oportunidades e Perspectivas
Este ambiente regulatório reforçado também traz oportunidades importantes. Padrões globais mais claros e legislação de marco criam requisitos de conformidade mais previsíveis, permitindo às empresas construir confiança com reguladores e clientes.
As licenças condicionais de trust e o sistema de licenciamento sinalizam uma maior integração das criptomoedas no sistema financeiro tradicional, abrindo portas para:
Empresas que priorizarem governança, transparência e soluções tecnológicas não só reduzirão riscos, mas também se posicionarão como líderes confiáveis na economia digital cada vez mais regulada. Decisões firmes hoje moldarão o futuro das criptomoedas amanhã.
Resumo dos Pontos-Chave
Mudança Radical no Ambiente Regulatório: AML e conformidade de sanções passaram de questões periféricas a prioridades estratégicas centrais, encerrando a era de tolerância.
Convergência de Padrões Globais: Padrões do GAFI, Lei GENIUS dos EUA, regulamentos MiCA da UE e novo quadro de autorização do Reino Unido criam expectativas mais uniformes.
Aplicação da Lei Sem Precedentes: Multas recorde (Binance US$ 4,3 bilhões, OKX US$ 500 milhões, Coinbase Europa €21,5 milhões) demonstram postura de tolerância zero.
Conformidade como Vantagem Competitiva: Quadros sólidos de AML e sanções não são mais opcionais, mas essenciais para confiança, acesso ao mercado e crescimento sustentável.
Tecnologia como Ferramenta Fundamental: Análise avançada de blockchain, monitoramento em tempo real e verificações múltiplas são essenciais para gestão de riscos eficaz.
Complexidade Transfronteiriça Crescente: Diferenças regulatórias entre jurisdições exigem investimentos substanciais em governança, tecnologia e expertise.
Governança de Alto Nível é Essencial: Liderança deve participar ativamente na conformidade, estabelecendo uma cultura forte de conformidade desde o topo.
Oportunidades e Desafios: Novos quadros regulatórios criam oportunidades para adoção institucional e integração na economia mainstream.
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Dicas de Conformidade
As exigências regulatórias e padrões de conformidade discutidos podem mudar a qualquer momento. Empresas e indivíduos devem consultar advogados especializados para garantir conformidade com as regulamentações mais recentes de sua jurisdição. Este documento não constitui aconselhamento jurídico.
Direitos Autorais
Este documento foi traduzido e compilado pelo TECHUB NEWS AI a partir do texto original.
Fonte: Grant Thornton LLP
Título: Conformidade em Criptomoedas em 2026: AML, sanções e o que vem aí
Data de publicação: 22 de fevereiro de 2026
Link original:
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Compilação e organização: TECHUB NEWS AI Data de publicação: 3 de março de 2026 Contato: Siga a TECHUB NEWS para mais insights do setor
Estatísticas do artigo:
Fonte original: Grant Thornton (firma de contabilidade de renome mundial)
Tipo de artigo: Relatório de pesquisa setorial
Tema: Conformidade AML e sanções em criptomoedas
Data de tradução: 3 de março de 2026