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Sobre a recusa do Irã em aceitar a segunda rodada de negociações, a rejeição de boas-vindas de Trump e a direção da situação no Oriente Médio, a contradição mais central não está na mesa de negociações, mas na ruptura total da cadeia de confiança entre os EUA e o Irã e na definição diametralmente oposta de “negociação bem-sucedida”.
Um, declarações de ambas as partes e divergências centrais
O Irã, alegando que “os EUA fizeram exigências excessivas, expectativas irreais, mudaram continuamente de posição e continuam a implementar um bloqueio marítimo considerado uma violação do acordo de cessar-fogo”, recusou claramente realizar a segunda rodada de negociações em Islamabad. Isso aponta diretamente para a questão central: Teerã considera que a “negociação” de Washington é na verdade uma coerção unilateral.
O governo Trump, por sua vez, demonstra uma posição dividida — de um lado, afirma que “o progresso nas negociações é muito bom” e que “trará petróleo gratuito e passagem pelo Estreito de Hormuz”, alegando ter recebido uma declaração “de peso” do Irã de que não buscará armas nucleares; do outro, continua a impor sanções de “fúria econômica”, expandir o escopo do bloqueio marítimo e ameaçar “destruir todas as usinas elétricas e pontes do Irã”. Em 19 de abril, a interceptação militar de um navio iraniano no Golfo de Omã pelo exército dos EUA foi vista pelo Irã como uma violação flagrante do acordo de cessar-fogo.
Dois, direção da situação e avaliação de riscos
A quebra de confiança e o precedente de “negociação como cobertura para ataques” fazem o Irã julgar que a possibilidade de reacender o conflito é maior do que continuar as negociações. Teerã não só está preparado militarmente, como também ameaça que, se for atacado, abandonará sua moderação anterior contra alvos regionais como instalações energéticas da Arábia Saudita. Isso significa que, se o cessar-fogo não puder ser rompido antes do vencimento em 22 de abril, o conflito pode escalar de um confronto direto entre EUA e Irã para um ataque sistemático do Irã contra os países produtores de petróleo do Golfo, desencadeando uma guerra regional total. O mercado reagiu rapidamente, com o preço do petróleo internacional subindo mais de 6% para 8% em 20 de abril.
O maior perigo atual reside na má avaliação estratégica de ambos os lados: o Irã acredita que sua resistência é suficiente e que pode pressionar os EUA atacando instalações petrolíferas no Golfo; enquanto os EUA subestimam a determinação de Teerã de “não temer a guerra” e sua capacidade de contrabalançar suas perdas econômicas ao atacar o coração energético da região. Ambos estão caminhando perigosamente na corda bamba do “jogo de alta pressão”: um disparo acidental ou uma avaliação estratégica equivocada podem mergulhar o Oriente Médio novamente em um abismo.