Recentemente, notou-se que o Banco Mundial ajustou as suas previsões para a economia da América Latina.


No seu novo relatório, a previsão de crescimento económico para a América Latina e o Caribe em 2026 foi revista de 2,5% para 2,1%, um valor inferior aos 2,4% do ano passado.

Parece que há muitos fatores de influência.
O relatório menciona os problemas estruturais de longo prazo enfrentados pela região, juntamente com os custos de empréstimo elevados, a demanda externa insuficiente, a tensão geopolítica e a pressão inflacionária contínua, todos eles a prejudicar o crescimento da América Latina.

Curiosamente, o relatório também aponta que o consumo privado continua a ser a principal força de suporte à procura.
Mas, sob estas pressões, a capacidade de consumo também enfrenta testes.
Para mercados emergentes como a América Latina, esta previsão de desaceleração pode afetar os investimentos e ajustes de políticas futuros.
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