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Acabei de consultar os dados mais recentes de disponibilidade da NCC e, uau, a situação das telecomunicações na Nigéria no primeiro trimestre foi bastante difícil. Mais de 577 interrupções de rede registadas nos principais operadores em apenas três meses — isso é muita chamada caída e utilizadores frustrados.
A MTN liderou o caos com 234 incidentes, e a BCN (o ISP) atingiu 166. Estes dois por si só representaram cerca de 70% de todos os problemas de rede na Nigéria durante o trimestre. Outras operadoras como T2mobile, Airtel e Layer3 também tiveram interrupções significativas. A divisão por mês é interessante — janeiro foi o pior, com 238 interrupções, depois melhorou gradualmente para 189 em fevereiro e 150 em março.
O que chama a atenção é que 361 cortes de fibra foram os principais culpados, seguidos por 144 interrupções de energia nas estações base. Há também vandalismo, falhas de equipamento e outras causas aleatórias. Isso realmente mostra quão frágil é a infraestrutura. Quando combinamos isso com o fato de que a maioria das reparações leva menos de um dia, percebe-se que os operadores pelo menos respondem, mas as causas raízes — especialmente cortes de fibra e problemas de energia — continuam a surgir.
A Comissão de Comunicações da Nigéria tem pressionado os operadores a compensar os clientes quando a qualidade do serviço diminui, o que é uma boa pressão. Entretanto, as agências de segurança estão a reprimir o vandalismo na infraestrutura. Ainda assim, se a Nigéria quer um serviço de rede fiável, estes problemas nas redes de telecomunicações na Nigéria precisam de mais soluções estruturais, não apenas reparações rápidas. Os números sugerem que a indústria tem trabalho a fazer.