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O novo governador do Banco Central da Coreia promove CBDC, mas não menciona stablecoins
Recentemente, o novo governador do Banco Central da Coreia, Seung-yoon Shin, em seu primeiro discurso de política após assumir o cargo, destacou principalmente a #Moeda Digital do Banco Central (CBDC) e os tokens de depósito emitidos pelo banco, mas não fez menção às stablecoins.
Embora a Coreia continue a trabalhar na construção de um quadro regulatório para stablecoins e no desenvolvimento do mercado local, a declaração deste novo governador pode indicar que as stablecoins terão um papel secundário durante seu mandato.
Seung-yoon Shin delineou as prioridades para os próximos quatro anos em seu discurso de posse. Ele reafirmou que a missão do banco central é manter a confiança na moeda e a estabilidade nos pagamentos e liquidações, ao mesmo tempo que se prepara para a inovação financeira digital.
Ele afirmou que a internacionalização do won é “uma tarefa importante para estabelecer uma infraestrutura monetária compatível com a posição econômica do país”, e que a CBDC e os tokens de depósito são elementos-chave para aumentar o valor do won.
Além disso, por meio de cooperações internacionais como o “Projeto Han River Fase 2” e o projeto Agora, a abrangência de aplicação da CBDC e dos tokens de depósito na Coreia será ampliada, fortalecendo significativamente a posição do won no ambiente de pagamentos digitais.
Por outro lado, ele também enfatizou que a internacionalização do won e as reformas no sistema monetário não devem comprometer a estabilidade do sistema financeiro, sendo necessário que o banco central implemente medidas de proteção e um quadro macroprudencial adequado.
É importante notar que Seung-yoon Shin não mencionou as stablecoins em seu discurso, embora anteriormente tenha declarado que stablecoins denominadas em won podem, no futuro, coexistir de forma complementar com a CBDC e os tokens de depósito, refletindo uma mudança na sua postura em relação às stablecoins.
Ao mesmo tempo, a legislação sobre stablecoins na Coreia encontra-se em um período de estagnação. No ano passado, devido a divergências entre a Comissão de Supervisão Financeira e o Banco Central, os legisladores adiaram a implementação da segunda fase da Lei de Proteção aos Usuários de Ativos Virtuais, que visa regular a emissão e distribuição de stablecoins lastreadas em dólar.
Embora haja consenso de que os bancos devem participar, ainda há divergências quanto à participação acionária dos emissores. O Banco Central defende que os consórcios bancários tenham pelo menos 51% de participação, enquanto a Comissão de Serviços Financeiros (FSC) teme que isso possa inibir o entusiasmo e a inovação das empresas de tecnologia.
Em suma, diante da necessidade urgente de construção institucional na Coreia, questões de governança como limitar a participação acionária dos principais acionistas já dominam o mercado, e esse desvio de política pode fazer com que a Coreia perca vantagem na competição global por ativos digitais.