Acabei de ler uma entrevista bastante interessante sobre liderança de um CEO de uma grande bolsa de valores. Essa pessoa compartilhou pensamentos profundos sobre a gestão em tempos de crise, especialmente ao enfrentar uma situação em que funcionários em massa pedem demissão.



O que mais impressiona é a forma como ele enxerga o papel de um líder. Segundo o CEO, houve um momento em que a empresa quase perdeu o controle, com cerca de 50% da equipe potencialmente saindo. Em vez de entrar em pânico, ele expressou estar disposto a reconstruir do zero, se necessário.

O que é interessante é que ele se inspira em Lee Kuan Yew, o pai de Cingapura. A ideia que o CEO quer enfatizar é que os líderes devem ter firmeza, não vacilar. Não se trata de tentar agradar a todos o tempo todo, mas de estabelecer um rumo claro e permitir que aqueles que discordam possam sair.

Do ponto de vista do mercado, essa abordagem do CEO é bastante direta. Um verdadeiro líder, segundo essa perspectiva, não é procurar a concordância de todos, mas manter a visão e estar disposto a arcar com as consequências. Se for preciso recomeçar, então recomece. Essa é uma resiliência que nem todos possuem.
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