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Acabei de notar algo interessante no ecossistema de IA estes dias. Os gigantes tecnológicos chineses finalmente decidiram entrar a sério no jogo dos modelos globais. Alibaba e Tencent lançaram recentemente as suas propostas, Happy Oyster e HY-World 2.0, tentando construir sistemas que compreendam melhor como funciona o mundo físico.
O curioso é que isto não é apenas um movimento da China. World Labs e AMI Labs também acabaram de fechar rondas de financiamento de bilhões. Claramente há dinheiro a fluir para este espaço, mas aqui vem o que me intriga: ninguém parece ter claro o que exatamente é um modelo global.
A indústria está dividida. Alguns falam de reconstrução 3D, outros de raciocínio causal, alguns de coisas completamente diferentes. Sem padrões técnicos claros, é impossível comparar qual solução funciona melhor. As avaliações são inconsistentes, e cada projeto mede o seu progresso com a sua própria régua.
Além disso, permanecem problemas não resolvidos que são bastante sérios. A escassez de dados de treino de qualidade continua a ser um entrave. A precisão física em simulações ainda é imprecisa. E depois há o tema que poucos mencionam: quem é responsável quando estes sistemas falham? As diretrizes éticas são praticamente inexistentes.
Penso em aplicações como condução autónoma ou operações industriais críticas. Se um modelo global cometer um erro, as consequências podem ser reais. É o tipo de tecnologia que precisa de quadros de responsabilidade sólidos antes de a escalar. Por agora, os gigantes tecnológicos estão a correr rápido, mas a indústria precisa de parar um pouco para estabelecer bases mais firmes.