Futuros
Aceda a centenas de contratos perpétuos
TradFi
Ouro
Plataforma de ativos tradicionais globais
Opções
Hot
Negoceie Opções Vanilla ao estilo europeu
Conta Unificada
Maximize a eficiência do seu capital
Negociação de demonstração
Introdução à negociação de futuros
Prepare-se para a sua negociação de futuros
Eventos de futuros
Participe em eventos para recompensas
Negociação de demonstração
Utilize fundos virtuais para experimentar uma negociação sem riscos
Lançamento
CandyDrop
Recolher doces para ganhar airdrops
Launchpool
Faça staking rapidamente, ganhe potenciais novos tokens
HODLer Airdrop
Detenha GT e obtenha airdrops maciços de graça
Pre-IPOs
Desbloquear acesso completo a IPO de ações globais
Pontos Alpha
Negoceie ativos on-chain para airdrops
Pontos de futuros
Ganhe pontos de futuros e receba recompensas de airdrop
Investimento
Simple Earn
Ganhe juros com tokens inativos
Investimento automático
Invista automaticamente de forma regular.
Investimento Duplo
Aproveite a volatilidade do mercado
Soft Staking
Ganhe recompensas com staking flexível
Empréstimo de criptomoedas
0 Fees
Dê em garantia uma criptomoeda para pedir outra emprestada
Centro de empréstimos
Centro de empréstimos integrado
Ainda faltam dez meses, e o mercado global de smartphones vai passar por um terremoto sem precedentes! De acordo com a mais recente regulamentação da União Europeia, em dez meses todos os telefones vendidos na UE deverão permitir que usuários comuns troquem a bateria facilmente. Essa regra vale para todas as marcas, incluindo a Apple.
Hoje em dia, a maioria dos smartphones é uma peça única selada, com a bateria colada com cola forte dentro do aparelho, e o painel traseiro também selado de forma rígida, praticamente impossível de abrir. No entanto, a UE de repente exige que, a partir de dez meses, os telefones lançados no mercado possam ter a bateria trocada sem aquecer, sem usar ferramentas profissionais, e sem precisar ir a uma assistência técnica, usando apenas as mãos ou objetos comuns de casa.
Todas as marcas que desejam continuar vendendo na UE terão que redesenhar seus produtos de acordo com esse padrão.
Essa exigência vai totalmente na direção oposta ao desenvolvimento da indústria nos últimos dez anos, quando as fabricantes, para deixar os smartphones mais finos e à prova d’água, eliminaram progressivamente as baterias removíveis. Agora, a UE quer reverter isso, o que significa que toda a linha de produção e a estrutura interna terão que passar por uma grande reformulação.
A Apple enfrenta a maior pressão. Seu design de corpo integrado já está bastante avançado, com espaço interno bem apertado. Para cumprir a nova regra, será preciso trocar a cola que fixa a bateria por um sistema de clipes ou um design de fácil abertura, além de replanejar a disposição da moldura e da placa-mãe. A linha de produção precisará ser parada e ajustada, o que gera custos consideráveis.
Alguns anos atrás, quando a UE pressionou a Apple a trocar a entrada Lightning por USB-C, a Apple relutou bastante, mas acabou cedendo. Agora, com a troca da estrutura da bateria, a situação é parecida: o mercado é grande demais e as regras precisam ser seguidas.
A razão principal da UE para essa mudança é o aumento do lixo eletrônico na Europa. Muitas telas e placas-mãe ainda estão boas, mas os aparelhos são descartados por causa da bateria que envelhece e perde a autonomia. Como trocar a bateria é caro e difícil de abrir, os consumidores preferem comprar um aparelho novo, o que gera mais gastos e desperdício de recursos.
No passado, os smartphones tinham baterias removíveis, e era fácil levar uma bateria reserva para trocar em poucos segundos. Agora, embora o design integrado seja mais bonito e resistente à água, quando a bateria estraga, dá mais trabalho. Com a nova regra entrando em vigor em dez meses, os usuários poderão comprar uma nova bateria por alguns euros e trocá-la em casa, continuando a usar o aparelho sem precisar trocar de telefone constantemente, economizando bastante dinheiro.
Claro que, ao mudar o design, as fabricantes terão que gastar dinheiro. Alguns temem que elas repassem esses custos ao preço final do telefone, mas na Europa, com forte fiscalização de preços e competição acirrada, é difícil aumentar os preços de forma significativa.
Mais importante ainda, essa regra não é só uma questão europeia. Atualmente, a produção de smartphones funciona com uma cadeia de suprimentos global. As fabricantes não podem criar uma linha exclusiva só para a Europa, o que significa que, provavelmente, todos os smartphones do mundo terão que passar a ter um design que permita a troca fácil da bateria.
Quando a UE padronizou a entrada USB-C, e agora regula a troca de baterias, a lógica é a mesma: usar o poder de mercado para forçar a indústria a abandonar práticas inconvenientes para os usuários. Os produtos não podem ser apenas bonitos e potentes, mas também precisam ser fáceis de consertar e mais sustentáveis a longo prazo.
Embora essa mudança cause dor de cabeça às marcas, a longo prazo ela traz benefícios reais para os consumidores e ajuda a reduzir o lixo eletrônico. No final das contas, o avanço tecnológico deve sempre voltar a priorizar a durabilidade, o preço acessível e o uso prolongado dos dispositivos.
Você acha que a obrigatoriedade de poder trocar a bateria do smartphone por conta própria é um avanço ou um incômodo? Compartilhe sua opinião nos comentários.