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Acabei de notar algo interessante no que está acontecendo no Oriente Médio estes dias. Os Estados Unidos estão movendo peças de forma bastante séria: o Departamento de Estado está evacuando cidadãos americanos da região, enquanto o Pentágono envia mais pessoal para operações de inteligência militar. A questão é que isso vai além do que inicialmente tinha sido planejado.
O Comando Central está pedindo que se estenda o apoio para operações que podem durar cerca de 100 dias, quando o plano original era de apenas quatro semanas. Ou seja, estamos falando de uma escalada bastante mais séria do que foi anunciado. O deslocamento de inteligência militar parece ser fundamental nesta estratégia.
Mas aqui vem o interessante: enquanto os Estados Unidos intensificam seus movimentos, outros países ocidentais não estão seguindo o mesmo ritmo. Reino Unido, França e Alemanha têm sido bastante cautelosos. O primeiro-ministro britânico Starmer foi claro: os aviões britânicos irão participar apenas de ações defensivas, nada ofensivo. A França enviou o porta-aviões Charles de Gaulle, mas também com foco defensivo. A Alemanha, por sua vez, tem limitações constitucionais que restringem bastante sua participação.
O que me chama a atenção é que os mercados de previsão mostram que a probabilidade de esses países se juntarem a ataques diretos contra o Irã está diminuindo. Ou seja, enquanto a inteligência militar americana se prepara para operações mais longas, a coalizão internacional parece estar se fracturando. Cada país está avaliando seus próprios interesses e riscos, e a maioria está optando pela cautela em vez da escalada.