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Acabei de perceber que a China está a apertar ainda mais o controlo sobre as criptomoedas. No início de fevereiro, o Banco Popular da China, juntamente com mais 7 órgãos reguladores, emitiu um comunicado conjunto bastante rígido, expandindo a proibição de criptoativos desde 2021.
Na verdade, esta política não é novidade, mas o que chama a atenção é que o âmbito agora foi ampliado. A China já não apenas proíbe atividades de criptomoedas domésticas, mas também mira na emissão de tokens no estrangeiro por empresas nacionais. Além disso, qualquer stablecoin atrelada ao yuan sem aprovação oficial também é proibida.
Negociações, criação de mercado, derivativos, emissão de tokens — tudo continua ilegal de acordo com a legislação chinesa. Ainda mais, eles vão além, dirigindo-se a plataformas estrangeiras que atendem utilizadores do continente. Isto demonstra que a China está a implementar uma ação bastante organizada.
Qual é o motivo por trás? As autoridades preocupam-se com lavagem de dinheiro, captação ilegal de fundos, negociações especulativas e, claro, a proteção da estabilidade financeira. Mas, ao aprofundar, trata-se de uma estratégia mais ampla da China — promover o e-CNY, a moeda digital controlada pelo Estado, em vez de permitir que as criptomoedas se desenvolvam livremente. Esta política é, na verdade, uma forma de a China dizer que, no futuro, apenas a moeda digital aprovada oficialmente será o caminho a seguir.
De modo geral, esta ação da China demonstra uma forte determinação em controlar o setor financeiro digital. Com políticas como estas, fica claro que a China não pretende abrir as portas para o desenvolvimento livre de criptoativos num futuro próximo.