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Percebi um momento histórico interessante na política financeira do Canadá. No meio do século passado, nomeadamente em 1965, as reservas de ouro do país totalizavam uma quantia impressionante de 1,15 mil milhões de dólares. Se convertirmos para o dinheiro atual, isso equivale a aproximadamente 149 mil milhões de dólares.
Mas o que aconteceu a seguir foi — o Canadá foi vendendo gradualmente todas as suas reservas de ouro. E agora, ele destaca-se entre as economias desenvolvidas. De todos os países do G7, apenas o Canadá permanece sem reservas de ouro. Parece estranho, não é?
Enquanto os EUA, a Alemanha, a França e outras grandes economias mantêm reservas de ouro significativas como uma rede de segurança financeira, o Canadá abandonou completamente essa prática. Foi uma decisão consciente, mas que privou o país daquela proteção tradicional que a posse de metais preciosos oferece nos cofres do banco central.
É interessante observar como diferentes países abordam a gestão de suas reservas. Alguns veem o ouro como um archaísmo, outros — como um seguro necessário. O Canadá claramente escolheu o primeiro caminho, e agora isso torna-o único entre os países desenvolvidos.