Acabei de analisar as últimas novidades em torno do Quadro de Relato de Ativos Cripto da OCDE – e, para ser honesto, é impressionante o quão agressivamente a regulação global avança. Mais de 70 países já se comprometeram, e isso significa concretamente: a partir deste ano, as declarações de transações de cripto devem realmente ganhar força.



Sobre o que se trata exatamente? A OCDE está agora a padronizar a divulgação de ativos cripto através das fronteiras. Ou seja, bolsas, corretores e outras instituições terão que reportar detalhes de contas e transações às autoridades fiscais. Todo o sistema não só cobre transações em moeda fiduciária, mas também análises on-chain e dados internos de contabilidade. Assim, os reguladores podem rastrear muito melhor quais ativos não foram declarados.

O que é interessante nisso: em 2027, acontecerá a primeira rodada de troca transfronteiriça. Isso significa que as autoridades fiscais de todo o mundo começarão a compartilhar informações. E isso já tem impacto. Alguns investidores que possuem grandes ativos cripto offshore não declarados estão começando a fazer divulgações voluntárias – simplesmente para minimizar riscos legais.

O que eu observo: os requisitos de conformidade ficarão mais rigorosos a cada fase. Quem investe em cripto com moeda fiduciária ou troca ativos regularmente deve já estar atento a isso. Os analistas concordam que os requisitos continuarão a aumentar à medida que o framework for implementado. Essa é a tendência global – e vale a pena levar a sério.
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