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Tenho observado algo bastante interessante sobre como os benefícios da IA estão realmente a ser distribuídos. Não é tanto nas aplicações ou softwares onde todos pensavam, mas na infraestrutura física e na energia que a sustenta.
Olha, a NVIDIA é o caso mais evidente. A sua capitalização passou de 1,2 para 4,4 trilhões de dólares, enquanto as suas receitas triplicaram até 215,9 mil milhões no ano fiscal de 2026. Isso não é por acaso. Mas o mais interessante é que a Microsoft, com todos os seus investimentos massivos em IA, ainda não traduziu isso em retornos claros para os seus acionistas. A diferença é que a NVIDIA está a vender as picaretas na febre do ouro da IA.
Depois está o lado energético. A procura por eletricidade, especialmente nuclear, está nas alturas. Empresas como a Vistra e a Constellation Energy viram as suas ações disparar. Faz sentido: os centros de dados precisam de energia constante e massiva. E aqui é onde os benefícios da IA se tornam tangíveis de novas formas.
O cobre é outro indicador fascinante. Os preços estão em máximos históricos porque estes centros de dados precisam de toneladas deste material para a infraestrutura. É um efeito dominó: mais IA requer mais hardware, mais hardware requer mais cobre, mais centros de dados requerem mais energia.
Do lado geopolítico, os Estados Unidos estão a ganhar a aposta. Investiram 109 mil milhões em financiamento privado de IA em 2024, deixando muito atrás a China. Mas isto confirma o que digo: os verdadeiros benefícios da IA não estão em quem tem o melhor modelo, mas em quem controla a infraestrutura e a energia que a alimenta. A corrida global continua feroz, mas fica claro que energia e tecnologia são os pilares onde tudo isto se constrói.