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Acabei de ficar sabendo de algo interessante acontecendo no Paraguai. Eles estão basicamente transformando mineradores de Bitcoin apreendidos numa máquina de receita ao aproveitar o excedente de energia hidroelétrica da Usina de Itaipu.
Aqui está como funciona: a companhia elétrica nacional do Paraguai, a ANDE, assinou um acordo com a Morphware para pilotar uma operação de mineração de Bitcoin gerida pelo estado. Eles têm 1.500 mineradores confiscados parados, e em vez de deixá-los acumular poeira, estão implantando-os em locais controlados pela ANDE. A Usina de Itaipu gera uma capacidade hidroelétrica excessiva enorme que normalmente só é desperdiçada ou exportada a preços muito baixos, então isso faz sentido economicamente.
A Morphware cuida do lado técnico e do treinamento, mas a ANDE mantém o controle operacional total. Essa é a parte interessante—não é uma empresa privada extraindo valor, é o estado capturando retornos de sua própria infraestrutura.
No entanto, a logística ainda está sendo ajustada. Eles estão debatendo se devem vender o Bitcoin minerado imediatamente, fazer hedge com contratos futuros nos EUA ou mantê-lo. A questão da segurança cibernética também é real—manter tanto crypto seguro não é brincadeira.
O que me impressiona é a mudança estratégica aqui. O Paraguai finalmente está percebendo que exportar energia hidrelétrica barata está deixando dinheiro na mesa. A Usina de Itaipu poderia ser uma potência de mineração de Bitcoin se jogarem bem as cartas. Este piloto basicamente testa se eles podem integrar operações de mineração na rede elétrica nacional sem causar problemas.
Se der certo, podemos ver mais países com energia renovável abundante fazendo o mesmo. O Paraguai possui uma das fontes de energia mais confiáveis do mundo, e usá-la para gerar Bitcoin ao invés de vender eletricidade abaixo do preço de mercado é uma decisão óbvia. Vale a pena acompanhar como isso se desenvolve.