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Pré-IPO vs IPO: qual fase é mais lucrativa? Dados atualizados de abril de 2026 revelados
No mercado de capitais, há uma questão antiga que é sempre discutida, mas sem uma resposta padrão: investir numa empresa, será que é mais lucrativo na fase de Pré-IPO (antes de entrar na bolsa), ou esperar pelo IPO oficial (primeira oferta pública) para entrar mais vantajoso?
Na perceção tradicional, os Pré-IPOs são considerados uma “via VIP” — apenas os maiores fundos de risco, fundos de hedge e investidores de alta renda podem participar, enquanto os investidores individuais só podem esperar que a empresa entre na bolsa para comprar ações no mercado secundário. Mas, até 2026, tudo isso está a ser reescrito. O surgimento de produtos tokenizados de Pré-IPO permite que investidores comuns possam, com um limite tão baixo quanto 100 USDT, antecipar-se e apostar em unicórnios supervaliosos.
Primeiro, olhemos para os dados: quem é que realmente lucra mais em cada fase?
Na vertente do IPO tradicional, o desempenho de 2026 tem sido bastante impressionante. Até 21 de abril, o retorno médio ponderado dos IPOs nos EUA (sem contar SPACs e fundos fechados) subiu de 4,6% há uma semana para 21%, superando largamente o retorno de 4,2% do índice S&P 500 no mesmo período. Este mês, o mercado de IPOs já levantou 5,4 mil milhões de dólares, com novas empresas a trazerem de volta o potencial de lucro aos investidores.
O desempenho dos IPOs relacionados com criptomoedas também é notável. Em 2025, nove empresas de criptomoedas e relacionadas concluíram IPOs, arrecadando cerca de 7,74 mil milhões de dólares. Entre elas, a Circle, emissora de stablecoins, viu o seu preço de estreia passar de 31 dólares para 103,75 dólares, um aumento superior a 200%. Em 2026, o pipeline de IPOs está ainda mais cheio, com Kraken, Consensys e Ledger na fila, com avaliações que variam de dezenas de milhões a 200 mil milhões de dólares.
Já na fase de Pré-IPO, os dados históricos mostram que os retornos de investimento nesta fase são significativamente superiores aos de quem investe após o IPO. Um estudo revela que o retorno médio de Pré-IPO é cerca de 43%, enquanto os investidores que entram após o IPO têm retornos bem mais baixos. No setor de capital de risco tradicional, investidores iniciais na Moore Thread, por exemplo, obtiveram retornos de mais de 6.200 vezes o valor investido.
No setor de criptomoedas, também há uma enorme oportunidade de arbitragem. Em 2025, o financiamento de IPOs de criptomoedas aumentou 48 vezes, atingindo 14,6 mil milhões de dólares, enquanto mais de 80% das ofertas de tokens tiveram um preço de emissão abaixo do valor de mercado (breakdown). O capital está a migrar de emissões de tokens altamente voláteis para financiamentos de ações mais estáveis, e participar na Pré-IPO significa garantir, a um custo mais baixo, o potencial de valorização futura na entrada na bolsa.
Tokenização de Pré-IPOs está a quebrar as barreiras do “clube dos ricos”
Antes, os requisitos para investir em Pré-IPO eram extremamente elevados: subscrição mínima de vários milhões de dólares, necessidade de certificação de investidor qualificado, e períodos de bloqueio de 7 a 10 anos. Mas, em abril de 2026, a Gate lançou oficialmente produtos de Pré-IPO digitalizados, tokenizando as ações tradicionais de Pré-IPO através de tecnologia blockchain. Assim, os utilizadores podem participar na subscrição e negociação com apenas 100 USDT, quebrando a barreira de informação entre instituições e investidores individuais.
Como exemplo, o primeiro projeto SpaceX (SPCX) tem um preço de subscrição de 590 USDT por SPCX, com um limite mínimo de participação de 100 USDT. Em 24 horas, o montante total subscrito já ultrapassou 353 milhões de dólares. O SPCX começará a negociar em pré-mercado a 24 de abril, com compra e venda disponíveis 24/7, sem período de bloqueio. Se a SpaceX fizer IPO com sucesso, os detentores de tokens poderão trocar SPCX por tokens de ações ou convertê-los em USDT ao preço de mercado.
Risco e retorno: não olhe só para a taxa de retorno
Os altos retornos de Pré-IPO vêm acompanhados de riscos elevados. A incerteza do IPO é um fator-chave — a SpaceX ainda não anunciou uma data concreta de entrada na bolsa, e os tokens de Pré-IPO podem permanecer numa fase de espera por bastante tempo. Além disso, o SPCX não confere propriedade real nas ações da SpaceX, e o preço pode variar drasticamente com o sentimento do mercado. A incerteza quanto ao momento do IPO ou à avaliação pode levar a resultados inesperados.
Por outro lado, investir na fase de IPO apresenta riscos menores, embora os retornos também sejam mais limitados. Mais de 50% das ações de IPO, após a entrada na bolsa, caem abaixo do preço de emissão em 3 a 6 meses. Mesmo ações que tiveram uma forte subida no primeiro dia podem, posteriormente, sofrer uma grande correção.
Resumo
Qual é mais lucrativo: Pré-IPO ou IPO? A resposta depende do seu apetite de risco e do seu capital:
Se procura altos riscos e altos retornos, e aceita a incerteza do momento do IPO, Pré-IPO é a melhor escolha. Se valoriza mais a liquidez e a certeza, o IPO é mais seguro. Uma estratégia inteligente pode ser: participar em ambos os momentos — usar Pré-IPO para garantir posições a custos baixos, e, após o IPO, ajustar as posições consoante o desempenho do mercado — essa é a verdadeira estratégia “tudo em um”.