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OpenAI-Microsoft, romper o acordo de exclusividade acelera a difusão dos modelos de IA
OpenAI e Microsoft estão a transformar o contrato de exclusividade existente numa abordagem não exclusiva, de modo que, no futuro, os modelos de inteligência artificial da OpenAI não só poderão ser disponibilizados na Azure da Microsoft, mas também poderão ser implantados através de outros provedores de nuvem, como a Amazon Web Services e a Google Cloud. Anteriormente, a colaboração entre as duas empresas era vista como um pilar central do mercado de inteligência artificial generativa, e esta mudança é interpretada como uma tentativa de ampliar os canais de distribuição da OpenAI, ao mesmo tempo que alivia a carga de infraestrutura da Microsoft.
OpenAI e Microsoft anunciaram na data de 27 de abril, hora local, a revisão do contrato entre as partes, convertendo o direito de uso exclusivo dos modelos da OpenAI anteriormente detido pela Microsoft em uma licença não exclusiva. Assim, os modelos GPT poderão ser vendidos e fornecidos em ambientes de nuvem fora da Azure. No entanto, a OpenAI continuará a considerar a Microsoft como seu parceiro principal de nuvem, comprometendo-se a priorizar a implantação de seus produtos na Azure, salvo restrições técnicas específicas. Isso significa que a mudança não representa uma separação definitiva, mas sim uma expansão do escopo de cooperação, mantendo a estrutura de parceria.
A estrutura principal do contrato também foi parcialmente preservada. A Microsoft continuará a possuir licenças de propriedade intelectual dos modelos e produtos da OpenAI até 2032, mas esse direito agora não será mais exclusivo. Por outro lado, os lucros obtidos pela Microsoft na venda dos modelos da OpenAI através de sua rede de serviços não precisarão mais ser compartilhados com a OpenAI, o que é visto como uma mudança desfavorável para a OpenAI. Além disso, a condição de que a OpenAI distribua uma porcentagem fixa de seus lucros de vendas de modelos e produtos para a Microsoft até 2030 foi mantida, sendo essa porcentagem estimada em cerca de 20%. Particularmente, uma cláusula controversa — que previa a cessação da divisão de lucros caso uma inteligência artificial geral (com capacidades de raciocínio comparáveis ou superiores às humanas) fosse alcançada — foi removida nesta revisão. Como a definição de IA geral ainda não possui um consenso claro na indústria, há opiniões de que essa cláusula era difícil de aplicar na prática.
A revisão também indica uma tentativa de aliviar as tensões recentes entre as duas empresas. A OpenAI decidiu lançar um serviço de inteligência artificial empresarial chamado Frontier, baseado na infraestrutura da Amazon Web Services, enquanto a Microsoft, no mês passado, afirmou que essa iniciativa poderia violar o contrato existente e até sugeriu a possibilidade de ações legais. Por fim, a mudança contratual é vista como uma forma de permitir que a OpenAI acesse uma base de clientes mais ampla durante sua preparação para uma oferta pública inicial, enquanto a Microsoft consegue aliviar a carga de expansão de seus data centers para atender às demandas da OpenAI. Analistas de instituições financeiras como Evercore ISI e Barclays acreditam que a Microsoft poderá agora direcionar seus recursos de forma mais eficiente para serviços de IA próprios, como o Copilot.
A interpretação predominante no mercado é que essa medida resulta de uma combinação de necessidades estratégicas e mudanças no ambiente regulatório. A OpenAI precisa promover seus modelos de forma mais ampla para aumentar seu valor corporativo, enquanto a Microsoft pode se libertar de uma estrutura de parceria restritiva, fortalecendo sua estratégia de múltiplos modelos. Além disso, a redução do caráter exclusivo também ajuda a aliviar a pressão de órgãos reguladores antitruste de diferentes países, que podem estar investigando práticas monopolistas. Desde 2019, a Microsoft investe na OpenAI, e, quando a OpenAI foi reorganizada em uma estrutura de organização sem fins lucrativos com fins lucrativos em outubro do ano passado, a Microsoft adquiriu aproximadamente 27% das ações, tornando-se a segunda maior acionista, após a Fundação OpenAI. Essa tendência sugere que, no futuro, a indústria de inteligência artificial poderá evoluir de uma aliança fechada de uma única empresa para um modelo de promoção de modelos através de múltiplas plataformas de nuvem e canais de distribuição.