De acordo com a Fortune em 18 de junho, Theodore Gillibrand levantou US$ 30 milhões em financiamento para a American Perpetuals Exchange Corporation, com uma avaliação estimada em US$ 300 milhões, em uma rodada liderada pela firma de venture capital Lux Capital, com sede em Nova York.
A startup planeja pedir uma licença de Designated Contract Market (DCM), com supervisão dupla da CFTC e da Securities Exchange Commission, para oferecer futuros perpétuos em ações de nome único, segundo um memorando de 4 de junho da SEC. APEC também pretende solicitar uma licença de Derivatives Clearing Organization (DCO) para fazer a compensação das transações internamente. Isso acontece enquanto a CFTC e a SEC colaboram em uma estratégia de “harmonização” para unificar a regulamentação de mercados inovadores, incluindo cripto e contratos perpétuos.