De acordo com a K33, empresa de pesquisa, o Bitcoin caiu cerca de 6% desde maio, após revisitar sua média móvel de 200 dias perto de US$ 82.000, com analistas da K33 mantendo que a mínima de fevereiro, de aproximadamente US$ 60.000, ainda representa a maior retração (maximum drawdown) deste ciclo. O diretor de pesquisa da empresa, Vetle Lunde, observou que o padrão atual é diferente dos ciclos anteriores, já que o Bitcoin passou 189 dias entre a quebra da média móvel de novembro e a nova tentativa em maio — bem mais longo do que os períodos históricos.
Os dados de fluxo institucional indicam uma postura defensiva: participantes institucionais reduziram sua exposição a BTC em 26.733 BTC no 1º tri de 2026, enquanto participantes de varejo aumentaram as posições em 19.395 BTC. Produtos de ETF spot de Bitcoin registraram o 9º maior fluxo de saída de 5 dias desde os lançamentos dos ETFs spot nos EUA, com a K33 constatando que dias de saída são mais comuns quando o BTC é negociado perto da base de custo média dos ETFs, à medida que os investidores buscam limitar perdas.