De acordo com o Financial Times, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou em 29 de maio expandir o controle militar de Gaza de 60% para 70%. A diretriz representa uma mudança significativa em relação ao acordo de cessar-fogo do ano passado, negociado pelos EUA, no qual se esperava que as forças israelenses se retirassem gradualmente para linhas designadas e avançassem em conversas sobre o desarmamento do Hamas.
O controle ampliado ainda mais comprime a população de 2 milhões de Gaza em áreas mais estreitas. O ministério da Saúde de Gaza informou mais de 900 mortes em operações militares israelenses desde que o cessar-fogo de outubro entrou em efeito.