Acabei de perceber que o mercado de energia do Oriente Médio voltou a apresentar grandes variáveis.


A instalação petroquímica de Ruwais, em Abu Dhabi, parou de operar neste domingo devido a um ataque,
conforme informado pelo escritório de mídia do governo local, várias explosões foram causadas por destroços interceptados por mísseis de defesa aérea,
felizmente sem vítimas.

Já não é a primeira vez. No mês passado, a zona industrial de Ruwais foi atacada,
e a única refinaria de Abu Dhabi foi forçada a fechar.
A instalação petroquímica que parou desta vez é operada pela Borouge,
que produz principalmente polietileno e polipropileno,
e é uma parte importante do centro global de comércio de produtos químicos e gás natural criado pela companhia petrolífera nacional de Abu Dhabi.

Mais preocupante ainda é que esse tipo de ataque já se tornou uma rotina.
Desde o final de fevereiro, Abu Dhabi e toda a região do Golfo Pérsico têm sido alvo de múltiplas ondas de ataques.
Na semana passada, a instalação de processamento de gás natural de Habbshan também foi forçada a parar,
sendo a maior instalação de processamento de gás natural do país.
Parece que a infraestrutura energética crítica de Abu Dhabi está se tornando um alvo constante de ataques,
e o impacto na cadeia de suprimentos global de energia merece monitoramento contínuo.
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