Recentemente Jensen Huang, CEO da Nvidia, compartilhou algo bastante interessante em um podcast. A empresa não busca apostar tudo em poucos vencedores no setor de tecnologia, mas prefere diversificar seus investimentos amplamente. E há uma razão clara por trás disso: Jensen Huang explicou que não é responsabilidade da Nvidia escolher os vencedores, mas além disso, a história da própria empresa demonstra isso perfeitamente.



Quando a Nvidia foi fundada, havia 60 empresas competindo no espaço de gráficos 3D. Se alguém tivesse tentado prever qual delas venceria na época, provavelmente a Nvidia estaria entre as menos favoritas. Hoje, é a empresa com maior capitalização de mercado do mundo. Jensen Huang usa esse exemplo para justificar por que investem em tantos setores diferentes: IA, biotecnologia, robótica, condução autônoma. Eles têm participações na CoreWeave, Intel, Synopsys, Nokia, entre outras.

No que diz respeito aos modelos de linguagem, a Nvidia tem sido bastante ativa. Comprometeram-se a investir até 10 bilhões de dólares na Anthropic há alguns meses, e depois anunciaram 30 bilhões na OpenAI. Mas aqui vem o interessante: Jensen Huang mencionou em uma reunião recente que, como ambas as empresas estão próximas de abrir o capital, essas poderiam ser as últimas rodadas de investimento da Nvidia nelas. Basicamente, uma vez que se tornem públicas, a Nvidia provavelmente deixará de investir diretamente nelas por meio de rodadas privadas. É uma estratégia clara: diversificar enquanto são privadas, mas uma vez que se cotizam, o jogo muda.
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