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Acabei de revisar o que aconteceu com o ouro na semana passada e a verdade é que foi bastante interessante. Após uma correção em março, o metal precioso conseguiu quatro dias consecutivos de alta, rompendo barreiras que pareciam sólidas. Começou rondando os 4416 dólares e chegou a tocar os 4700, um movimento de quase 7% em cinco dias de negociação encurtados pela Páscoa.
O que mais me chamou a atenção foi como o ouro se recuperou apesar do dólar continuar pressionando. Normalmente essas duas coisas andam em direções opostas, mas desta vez a lógica foi diferente. Os riscos geopolíticos (a situação entre Rússia e Ucrânia, tensões no Oriente Médio) e as preocupações inflacionárias pelos preços da energia em alta fizeram com que os investidores buscassem ativos de refúgio. O ouro à vista subiu 4,02% na semana, enquanto os futuros de Nova York foram ainda mais agressivos com 4,74%.
Do ponto de vista técnico, o MACD mostrou uma divergência de fundo bastante clara, o que significa que a pressão vendedora se esgotou. O preço rebotou da banda inferior de Bollinger em direção à média, e aqui é onde as coisas ficam interessantes. Se o ouro conseguir romper os 4800 dólares com volume, estaríamos falando de uma verdadeira mudança de tendência. Caso contrário, pode cair novamente para os 4550.
Há um detalhe curioso: o Banco Central da Turquia vendeu cerca de 118 toneladas de ouro, mas ao invés de assustar o mercado, os compradores de longo prazo aproveitaram para entrar a preços melhores. Na Índia, até vimos uma prima de demanda física pela primeira vez em dois meses, o que sugere que há fome real pelo metal.
Para a próxima semana, o intervalo 4780-4800 será crítico. Se for rompido com clareza, o ouro pode continuar subindo. Caso contrário, será preciso ficar atento se o petróleo recuar, pois isso esfriaria as expectativas inflacionárias e o metal voltaria a testar o suporte em 4550. De qualquer forma, o sentimento parece mais altista do que há uma semana, mas é preciso cuidado para não comprar no topo.