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A compra de ouro na China está se intensificando de verdade. Ao observar o último anúncio do Banco Popular da China, vemos que, até o final de março, as reservas de ouro acumularam-se até 74,38 milhões de onças, continuando um aumento por 17 meses consecutivos. O que chama atenção especialmente é o movimento do mês de março. Enquanto anteriormente a taxa de compra era de cerca de 1 a 2 toneladas por mês, no mês passado houve uma aceleração significativa para 160 mil onças (aproximadamente 5 toneladas).
Analisando a forma como a China vinha comprando ouro até agora, após retomar as compras de forma mais agressiva em novembro do ano passado, o ritmo foi de cerca de 10 toneladas por mês entre novembro e dezembro. Depois, houve uma desaceleração, estabilizando em torno de 1 a 2 toneladas. Mas, recentemente, o ritmo voltou a acelerar. O que essa mudança significa? Em resumo, o Banco Central não parou de comprar ouro, e ajusta o ritmo de acordo com o ambiente de mercado. Há uma estratégia de aumentar as compras em momentos de preços baixos.
De fato, em março, o preço do ouro caiu bastante. Com o conflito entre os EUA e o Irã, o mercado de ouro sofreu uma pressão de liquidez, levando a uma queda de 12% em um único mês — a maior desde 2008. O que aconteceu nesse cenário? Alguns bancos centrais de países emergentes venderam ouro. O Banco Central da Turquia, por exemplo, vendeu cerca de 60 toneladas de ouro em duas semanas após o agravamento do conflito, usando swaps, para estabilizar a moeda e atender à demanda por liquidez. Contudo, essas vendas foram táticas, não uma mudança de estratégia de longo prazo.
Por outro lado, quando o fluxo de capitais especulativos entrou em declínio, toda a classe de ativos de risco foi pressionada, obrigando os investidores a vender ouro para reforçar a liquidez. Em meio a essa pressão, alguns países, incluindo a China, aproveitaram a oportunidade para comprar mais ouro, reforçando suas posições de compradores líquidos.
Outro ponto importante é que os dados oficiais de compras de ouro pelos bancos centrais representam apenas cerca de um terço do total real. Quando comparamos os dados de exportação líquida do Reino Unido e as variações nas reservas do Banco de Londres, percebemos que cerca de dois terços das compras de ouro pelos bancos centrais mundiais permanecem não divulgadas. Ou seja, há uma forte possibilidade de que, além dos números visíveis, as compras subterrâneas de ouro estejam aumentando.
Mesmo com fatores de curto prazo, como o conflito entre EUA e Irã, a postura de compra de ouro de longo prazo dos bancos centrais, liderada pela China, permanece firme. Na verdade, eles funcionam como compradores contracíclicos durante as fases de ajuste de preço. Essa estrutura é vista como um elemento fundamental que sustenta a tese de um mercado de ouro com tendência de alta de longo prazo.