Ministério das Relações Exteriores do Irã responde à controvérsia sobre a postagem de Alaghazi

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O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Bagheri, respondeu no dia 20 às controvérsias geradas pelo post do ministro das Relações Exteriores, Alaghazi, sobre a abertura do Estreito de Hormuz, dizendo que o Ministério das Relações Exteriores do Irã nunca tomará qualquer ação sem coordenação com as autoridades superiores.
Bagheri afirmou: “Em última análise, todas as decisões, especialmente aquelas relacionadas a questões de grande importância, devem ser tomadas após coordenação com as instituições responsáveis pelo país.”
Bagheri disse: “O post de Alaghazi faz parte de um consenso existente. O post não visa estabelecer um novo consenso, mas apenas implementar um consenso já existente. Anteriormente, devido à violação do cessar-fogo no Líbano e à incapacidade dos Estados Unidos de cumprir suas promessas, esse consenso não pôde ser totalmente implementado. Portanto, o post tem como objetivo apenas confirmar que o Irã cumprirá suas promessas e suas obrigações em relação à questão do Estreito de Hormuz. O conteúdo do post também está claramente expresso.”
Alaghazi, na madrugada do dia 8, emitiu uma declaração em nome do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, anunciando que, após coordenação com as forças armadas iranianas, os navios poderiam passar com segurança pelo Estreito de Hormuz dentro de duas semanas.
No entanto, no dia seguinte, o Irã acusou os Estados Unidos de violar o acordo de cessar-fogo, fechando o Estreito de Hormuz.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no dia 16 que o Líbano e Israel concordaram em um cessar-fogo no dia 10.
Alaghazi, em uma rede social, disse no dia 17 que, devido ao acordo de cessar-fogo entre o Líbano e Israel, durante o período de trégua, o Irã abriria o Estreito de Hormuz para todas as embarcações comerciais, seguindo a rota coordenada previamente divulgada pelas autoridades portuárias e marítimas iranianas.
Esse post gerou controvérsia dentro e fora do Irã.
( Xinhua News Agency )

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