A Bitcoin apreendida durante a investigação policial desapareceu sem deixar rasto, o que exige melhorias em grande escala nos sistemas de gestão de ativos virtuais. Para isso, a polícia decidiu reformar completamente os métodos de apreensão e gestão de ativos virtuais, planejando uma operação mais sistemática.
De acordo com o deputado do Partido Democrata Comum, Cai Minxian, a polícia implementará o "Plano de Melhoria do Sistema de Gestão de Bens Apreendidos de Ativos Virtuais", detalhando e supervisionando cuidadosamente as fases de preparação, apreensão, armazenamento e transferência dos ativos virtuais apreendidos. A situação da apreensão de ativos virtuais será monitorada mensalmente, e o armazenamento e os resultados de disposição também serão sistematicamente registrados e geridos.
As mudanças nos métodos de armazenamento dos ativos virtuais apreendidos também estão em discussão. A polícia está avançando com a proposta de confiar os ativos virtuais a "operadores de ativos virtuais confiáveis" para armazenamento, visando aumentar a segurança. Além disso, a Secretaria de Polícia criará regulamentos de gestão de ativos virtuais e planeja elaborar e distribuir manuais que esclareçam as precauções em cada fase.
Nos casos de apreensão de ativos virtuais ocorridos nos últimos anos, embora tenham continuado desde 2021, o número vem diminuindo gradualmente. No entanto, a exposição do caso do Bitcoin desaparecido na Delegacia de Polícia de Gangnam trouxe novamente à tona a gravidade dos problemas de gestão. O valor do Bitcoin envolvido neste incidente chega a 2,1 bilhões de won sul-coreanos, evidenciando a seriedade da situação.
A eficácia da reforma do sistema de gestão pela polícia ainda está por ser comprovada. Considerando a natureza específica dos ativos virtuais, o sistema de gestão de provas centrado em bens físicos, utilizado anteriormente, apresenta limitações evidentes. Essa tendência pode levar à criação de uma base legal mais rigorosa e sistemática para lidar com ativos virtuais no futuro.