De acordo com o relatório do analista Louis Navellier, da Navellier & Associates, divulgado a 19 de maio, as taxas de juro tornaram-se altamente sensíveis aos preços da energia, e ele prevê que as taxas descerão significativamente assim que o Estreito de Ormuz retome o trânsito normal. Navellier afirmou que a pressão inflacionista irá persistir até que a escalada nos preços da energia se acalme, e que a Reserva Federal vai adiar quaisquer cortes nas taxas até que a inflação relacionada com a energia arrefeça. Alertou que, se o Estreito de Ormuz permanecer encerrado no próximo mês, é provável que os preços da energia subam acentuadamente, impulsionando ainda mais a inflação e as taxas de juro.
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