De acordo com Christopher Montagnino, Diretor Jurídico (Chief Legal Officer) da Orca, falando num seminário de políticas da Assembleia Nacional em Seul, a 22 de junho, os reguladores devem impor obrigações de conformidade e verificação dos investidores aos emitentes de tokens, e não às plataformas de negociação.
Montagnino delineou um quadro em que as plataformas permanecem neutras e com acesso aberto, enquanto a conformidade é aplicada ao nível do token através de smart contracts. Citou três exemplos do mundo real na Solana: o token PRIME da Figure Technologies (permitindo um acesso mais alargado a rendimentos de crédito institucional), o SPCX da Backpack Exchange (proporcionando exposição ao capital da SpaceX com negociação 24/7) e o GLDY da Streamex (um token de valores mobiliários regulado que restringe o acesso a investidores qualificados através de verificação on-chain). A abordagem elimina a necessidade de as plataformas atuarem como guardiãs, mantendo ao mesmo tempo a conformidade regulatória.