De acordo com o China Securities Journal, o Zimbabwe classificou formalmente 14 minerais, incluindo lítio, níquel, cobalto e grafite, como materiais críticos sujeitos a controlos de capital próprio e a restrições às exportações, estabelecendo participações obrigatórias de propriedade do Estado através de veículos de propósito especial designados. No entanto, a Chinese Minerals Resources e a Tianhua New Energy, grandes produtoras de lítio que operam no país, esclareceram que a alegada percentagem mínima de participação continua a ser uma proposta não oficial do ministro das minas do Zimbabwe e que não se tornou política do governo, salientando que só afectaria novos projectos de mineração, e não as operações existentes.
A medida surge num contexto de uma alegada escassez de fornecimento de lítio, prevista para Maio-Junho, à medida que os produtores domésticos se preparam para uma possível pressão sobre as exportações, com previsões de mercado a sugerirem que os preços do lítio poderão subir para 250.000 yuan por tonelada nos próximos 2-3 meses.