De acordo com a carta de comentários da BlackRock apresentada na sexta-feira ao Gabinete do Controlador da Moeda, a empresa pediu ao OCC que não imponha um teto quantitativo de 20% sobre ativos de reservas tokenizados sob as regras de implementação da Lei GENIUS. A BlackRock argumentou que o limite é “extrínseco” e que os perfis de risco dependem da qualidade de crédito e da liquidez, e não de os ativos serem mantidos em um ledger distribuído. A posição tem peso dada a existência do token BUIDL da BlackRock, fundo tokenizado do Tesouro, que detém quase US$ 2,6 bilhões em ativos e lastreia mais de 90% das reservas dos stablecoins USDtb da Ethena e JupUSD da Jupiter.
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