
De acordo com a MARA Holdings, no seu relatório de resultados do 1.º trimestre divulgado a 12 de maio, a empresa registou, no trimestre encerrado a 31 de março, uma receita trimestral que caiu 18% em termos anuais para 1,746 mil milhões de dólares, abaixo das expectativas dos analistas de 1,927 mil milhões de dólares; o prejuízo líquido foi de 1,3 mil milhões de dólares. As ações da MARA transacionaram a cair 3,44% depois do fecho de segunda-feira para 12,93 dólares, apagando o ganho de 3,48% verificado na sessão regular.
Com base nos resultados oficiais da MARA Holdings, os principais indicadores financeiros do 1.º trimestre de 2026 são os seguintes:
Receita trimestral: 1,746 mil milhões de dólares (menos 18% ano contra ano, abaixo das expectativas dos analistas de 1,927 mil milhões de dólares)
Prejuízo líquido: 1,3 mil milhões de dólares (no 1.º trimestre de 2025 foi de 533,4 milhões de dólares)
Prejuízo por ação (EPS): 3,31 dólares (previsão do mercado de 2,20 dólares)
Principais causas do prejuízo: perdas não realizadas na detenção de 38.689 BTC, devido à queda de 23% do BTC no 1.º trimestre
Venda na última semana de março: mais de 15.100 BTC, arrecadando cerca de 1,1 mil milhões de dólares
Com base em dados públicos, as ações da MARA registaram uma queda acumulada de 16% nos últimos 12 meses. A capitalização de mercado desceu do patamar mais alto entre mineradoras de bitcoin para a 7.ª posição na indústria.
Com base em dados públicos, à data da publicação, o preço do bitcoin estava mais de 35% abaixo do máximo histórico de 126.080 dólares, levando a uma redução acentuada da receita por bloco para os mineradores; a dificuldade de mineração aumentou quase 30% ao longo do último ano. Nos seus resultados, a MARA afirma que a mineração de bitcoin continua a ser a “base operacional” da empresa, mas que está simultaneamente a expandir ativamente as áreas de IA e de computação de alto desempenho (HPC) para abrir novas fontes de receita.
De acordo com os resultados da MARA e com as declarações oficiais, a estratégia de transformação em IA assenta principalmente em: colaborar com a Starwood Capital para converter instalações de mineração de bitcoin em centros de dados de IA e HPC; e adquirir, no final de abril de 2026, a Long Ridge Energy & Power, por 1,5 mil milhões de dólares, com capacidade final para suportar 600 MW de capacidade de computação de IA.
Na sua declaração nos resultados, a MARA afirmou: “O nosso núcleo estratégico é concentrar novas infraestruturas com o negócio atual de mineração de bitcoin, de modo a gerar receitas através da mineração de bitcoin hoje, mantendo em simultâneo a opção de redistribuir a eletricidade para a IA e para cargas de TI críticas.” A MARA acrescentou que cerca de 90% da capacidade de mineração não custodiada pode ser realocada para computação de IA e TI, e que, neste momento, não há planos para comprar mais hardware de mineração de bitcoin.
De acordo com o relatório oficial divulgado pela MARA Holdings a 12 de maio de 2026, no 1.º trimestre a receita foi de 1,746 mil milhões de dólares (menos 18% em termos anuais, abaixo das previsões de 1,927 mil milhões de dólares), com prejuízo líquido de 1,3 mil milhões de dólares e prejuízo por ação de 3,31 dólares (acima das previsões de 2,20 dólares); a ação caiu 3,44% no pós-fecho para 12,93 dólares.
De acordo com o relatório da MARA, a principal razão são as perdas não realizadas na detenção de 38.689 BTC, dado que o BTC caiu 23% no 1.º trimestre; a empresa vendeu ainda, na última semana de março, mais de 15.100 BTC, gerando encaixes de cerca de 1,1 mil milhões de dólares.
De acordo com a declaração oficial da MARA, a empresa adquiriu a Long Ridge Energy & Power em abril de 2026 por 1,5 mil milhões de dólares. O objetivo é, no final, suportar 600 MW de capacidade de computação de IA e realocar cerca de 90% das capacidades de mineração não custodiada para computação de IA e de TI.